A vida são escolhas.
Será que sempre há uma escolha?
The Road Not Taken
Two roads diverged in a yellow wood,
And sorry I could not travel both
And be one traveler, long I stood
And looked down one as far as I could
To where it bent in the undergrowth;
Then took the other, as just as fair
And having perhaps the better claim,
Because it was grassy and wanted wear;
Though as for that, the passing there
Had worn them really about the same,
And both that morning equally lay
In leaves no step had trodden black.
Oh, I kept the first for another day!
Yet knowing how way leads on to way,
I doubted if I should ever come back.
I shall be telling this with a sigh
Somewhere ages and ages hence:
two roads diverged in a wood, and I --
I took the one less traveled by,
And that has made all the difference.
Robert Lee Frost (1874-1963)
terça-feira, 24 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Estranho
A pior tristeza que sinto
- se há melhor ou pior -
é aquela que me cala a voz.
Deus, não me deixa baixar
o volume da vida
Sensação de luta
Estranho é como a tristeza me apura os sentidos.
- se há melhor ou pior -
é aquela que me cala a voz.
Deus, não me deixa baixar
o volume da vida
Sensação de luta
Estranho é como a tristeza me apura os sentidos.
Indagação de menina
Sempre ouvi que ver a vida com bons olhos,
achando que dá pra ser feliz
é coisa de gente que ainda tem muito que viver.
Será?
achando que dá pra ser feliz
é coisa de gente que ainda tem muito que viver.
Será?
Memória de um momento só
Como se fosse a primeira vez
- Sob a luz forte do sol
e uma brisa leve de chuva futura -
Depois de 14 anos ,
andei de bicicleta.
Quase te atropelo
Fui me desequilibrando
Rasguei a calça
Destruí a sandália
Mas me senti a menina que sou.
- Sob a luz forte do sol
e uma brisa leve de chuva futura -
Depois de 14 anos ,
andei de bicicleta.
Quase te atropelo
Fui me desequilibrando
Rasguei a calça
Destruí a sandália
Mas me senti a menina que sou.
Mais se fala, menos se diz.
Poucas palavras uso.
Minhas palavras não querem dizer tudo.
Você lê o que você quiser.
Minhas palavras não querem dizer tudo.
Você lê o que você quiser.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
A melhor lembrança que guardo sua

No meio do Sambódramo
Arquibancada completamente vazia
Como mestre-sala e porta-bandeira
Rodopiavam ela e o pai
Ao som de uma música que jamais escutarei
Imagem retirada de http://lequerica.blogspot.com/2007/03/flores-para-voc-tudo-para-o-bem-querer.html
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
26.10.2009
Guarde bem os tufinhos de cabelo, pois novos retratos tu não verás mais.
http://meninaquele.blogspot.com/2009/07/os-tufinhos-de-cabelo.html
http://meninaquele.blogspot.com/2009/07/os-tufinhos-de-cabelo.html
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Minha missão, meu dever
Mantra
Quando não tiver mais nada
Nem chão, nem escada
Escudo ou espada
O seu coração
Acordará
Quando estiver com tudo
Lã, cetim, veludo
Espada e escudo
Sua consciência
Adormecerá
E acordará no mesmo lugar
Do ar até o arterial
No mesmo lar
No mesmo quintal
Da alma ao corpo material
Hare Krishna Hare Krishna
Krishna Krishna
Hare Hare
Hare Rama
Hare Rama
Rama Rama
Hare Hare
Quando não se têm mais nada
Não se perde nada
Escudo ou espada
Pode ser o que se for
Livre do temor
Hare Krishna Hare Krishna
Krishna Krishna
Hare Hare
Hare Rama
Hare Rama
Rama Rama
Hare Hare
Quando se acabou com tudo
Espada e escudo
Forma e conteúdo
Já então agora dá
Para dar amor
Amor dará e receberá
Do ar, pulmão
Da lágrima, sal
Amor dará e receberá
Da luz, visão
Do tempo espiral
(...)
Amor dará e receberá
Do braço, mão
Da boca, vogal
Amor dará e receberá
Da morte
O seu dia natal
Adeus Dor...
Hare Krishna Hare Krishna
Krishna Krishna
Hare Hare
Hare Rama
Hare Rama
Rama Rama
Hare Hare
Composição de Nando Reis e Arnaldo Antunes
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Vua Minininha
Eu conheço a imensidão do céu
Pássaro que sou
Mergulharei de vez
Uma vez ou três
Duzentos por hora ou algo mais
Na velocidade de encontrar você
Te merecer
Voar, sem ter onde chegar
E de lá do céu
Formaremos dois em um só
Fugirei da chuva
Beijarei o sol
Amanheceu
É hora de voar
Sigo meu instinto animal
Cruzo mil fronteiras
Garimpando amor
Semeador
De tanto voar achei você
Multicolorido exatamente igual
Ao meu astral
Melhor é voar a dois
E de lá do céu
Formaremos dois em um só
Fugirei da chuva
Beijarei o sol
Amanheceu
É hora de voar
domingo, 25 de outubro de 2009
A menina navega...
Oh vida di már, vida di piskador
Regrésu tom nsértu tenê-m kurasom ku dor !
Alê-m li xintádu, na kais di bu partida
Xintidu angustiádu i lágrimas di amor.
Má ku tudu fé m-ta djobi seu,
M-ta pidi Deus pa bránda már
Pa bu navega kaminhu di vólta
Ku bóti karegádu pa um diâ más diskansádu.
Mudjer di piskador ku se sánta na altár
Um véla pa kada noti...
Obi som di nha búziu, bem pa mi
Ka bu bai más lonji ki si...
Oh már! oh seu !
Trazê-l pa pértu-mi !
Dixâ-l p-e bem brasâ-m !
Navega - Mayra Andrade
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Um momento de paz

Imagem (Vista - Pedra da Gávea) retirada do site
http://www.meteopt.com/forum/natureza-viagens/rio-de-janeiro-1783.html
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Leu? Li.
Sou composta por uma mistura de sensações.
E pessoas que deixaram marcas.
Minha alma tem marcas.
Não dá pra apagar.
Marcas lindas. Marcas lidas.
Sou a mistura do 'eu' e do 'você' que lê.
Sou a mistura e a força dos meus dedos ao digitar.
Sou o silêncio do canto, o sorriso da criança, o batuque do índio.
As palavras dos ventos soprados por Deus.
Minha missão não canto, vivo.
Há muito o que dizer.
E pessoas que deixaram marcas.
Minha alma tem marcas.
Não dá pra apagar.
Marcas lindas. Marcas lidas.
Sou a mistura do 'eu' e do 'você' que lê.
Sou a mistura e a força dos meus dedos ao digitar.
Sou o silêncio do canto, o sorriso da criança, o batuque do índio.
As palavras dos ventos soprados por Deus.
Minha missão não canto, vivo.
Há muito o que dizer.
I don't see what anyone can see in anyone else but you
You're a part time lover and a full time friend
The monkey on you're back is the latest trend
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you
I kiss you on the brain in the shadow of a train
I kiss you all starry eyed, my body's swinging from side to side
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you
Here is the church and here is the steeple
We sure are cute for two ugly people
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you
The pebbles forgive me, the trees forgive me
So why can't, you forgive me?
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you
I will find my nitch in your car
With my mp3 DVD rumple-packed guitar
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you
Du du du du du du dudu
Du du du du du du dudu
Du du du du du du dudu du
Up up down down left right left right B A start
Just because we use cheats doesn't mean we're not smart
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you
You are always trying to keep it real
I'm in love with how you feel
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you
We both have shiny happy fits of rage
You want more fans, I want more stage
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you
Don Quixote was a steel driving man
My name is [Adam] I'm your biggest fan
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you
Squinched up your face and did a dance
You shook a little turd out of the bottom of your pants
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you
Du du du du du du dudu
Du du du du du du dudu
Du du du du du du dudu du
But you
The Moldy Peaches
(Dawson, Kimya M; Green, Adam Bartholemew)
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
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